Quando o casal está namorando, é comum
que muitos agrados sejam feitos e sacrifícios realizados em função um do
outro. Palavras bonitas, presentes, surpresas, recadinhos carinhosos em
bilhetes ou e-mails com mensagens especiais… tudo isso é comum entre
casais de namorados. Aí vem o casamento e a impressão que se tem é que
todo esse carinho se foi. Não há mais bilhetes nem surpresas, só as
responsabilidades diárias.
Muitas mulheres, quando estão namorando, interpretam
as manifestações de carinho citadas acima como amor. Então, quando vem o
casamento e essas coisas tornam-se raras, elas interpretam que o amor
está acabando. Acontece que o amor existe, o que mudou foi a situação.
Antes vivia-se um momento de conquista.
Agora existem obrigações com o lar, contas a pagar, responsabilidades
antes inexistentes… um contexto diferente que proporciona manifestações
de carinho também diferentes. Mas quantas de nós conseguimos analisar a
situação por essas lentes?’
Nossa tendência é deixar levar-se pela
emoção, pelos sentimentos, entristecer-se com a expectativa frustrada de
um agrado no final do dia, ao invés de nos perguntarmos “o que de fato
mudou?”, “como será que meu esposo está se sentindo?”, “será que tenho
agido diferente com ele também?”.
Usar a razão não implica em perder o
afeto, mas em usá-lo de forma mais eficiente, sem ilusões que colaboram
para experiências de frustração e dificultam a felicidade no lar.
Exercite hoje a sua razão!
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