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“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração nem se atemorize”. João 14:27
Jesus Cristo, Senhor do universo e Salvador da humanidade está diante de
seus discípulos. Em breve enfrentará o inferno e a morte entregando-se
pela redenção da humanidade para perdão dos pecados. E nesse momento ele
oferece àqueles corações a paz que nele reinava.
Como viver em paz num mundo como o nosso? Era o mundo onde Jesus vivia diferente deste mundo onde vivemos hoje.
Os relatos da maldade humana e satânica registrados no Velho e Novo
Testamento deixam claro que não. Jesus viveu no mesmo mundo corrompido e
maculado pelo pecado e ainda assim viveu o que poucos de nós
conhecemos, a Paz que excede todo entendimento (Filipenses 4:7). E essa
perfeita paz ele ofereceu a seus amigos.
Em contraste com a paz de Cristo está a paz do mundo. Mas de que forma o
mundo oferece paz? Se oferece, de que espécie é esta “paz”?
O mundo jaz no maligno (1 Jo 5:19) e como ele oferecer paz?
A paz do mundo é a ilusão de que não há Deus (Salmo 14:1), nem pecado,
nem morte eterna. Nesta ilusão as pessoas se cercam de filosofias e
religiões e estilos de vida que as aprisionam em uma atmosfera
intelectual de ceticismo e numa condição de morte espiritual e elas têm
paz! A paz de não ter responsabilidade, a paz de não se arrepender, a
paz de não ter que mudar de rumo, a paz de poder não amar a Deus ou as
pessoas ou a si mesmas.
Essa é a paz do mundo.
Em Cristo, porém, a paz adquire dimensões tão mais sublimes quanto o céu
é mais sublime do que a terra. A paz de Cristo é a consciência de que
apesar de toda aflição que experimentamos neste mundo a vida é uma
experiência maravilhosa que tem um sentido muito especial (conhecer a
Deus, conhecer aos outros e conhecer a si mesmos em amor eterno). Desse
prisma é ótimo sermos pessoas responsáveis, dedicadas e esforçadas pelo
bem e que se arrependem e se desviam do mal e isso é a verdadeira paz.
O antagonismo entre a paz de Deus e a paz do mundo é absoluta e não
podemos desfrutar de ambas da mesma forma como não podemos servir a dois
senhores (Mateus 6:24).
A paz de Cristo se manifesta numa alma através do conhecimento teórico e
prático da verdade. Por que em Cristo só o que tem valor é a fé que
atua por meio do amor (Gálatas 5:6). É o Espírito de Deus que conduz os
escolhidos do Pai neste caminho que conduz à Glória eterna, até as
portas de Jerusalém celestial.
Que a paz de Cristo seja o árbitro em nosso coração que nos revele as
grandezas do Pai que do nada criou tudo por amor de nós. Que a paz de
Deus nos inspire confiança e fé na certeza de que não estamos sozinhos
apesar de todas as circunstâncias terrenas teimarem em provar o
contrário. Que a paz de Jesus Cristo seja em você e em mim desde agora e
para todo o sempre. Amem!
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